terça-feira, 6 de outubro de 2009

Echo

How do I get out of here?

Can I get out of here?

The shivers flow through my arms. Despair.
So much I need. The little I get had, have and will never satisfy me. Ever.
There will always be an empty space covered by fierce attitude to fool the exterior.
I'm looking for you to see inside my unprotected cosmos.

Torn up in facts unliked, by mean minds, by evil hearts. Mine struggle recklessly in pain.

Oh, the rainy wind blows. Only the nature is able to perceive me and react, or reflect me. No sun through the window...

I'm about to cry... at least this... my emotions are going wilder than I'm able to control...
and I don't know what will blow away first... my heart... my mind...

I just gotta slow down

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Peter

... Pan

Síndrome de Peter Pan

Já ouviu falar? Eu tenho.

Viver no mundo adulto não é divertido, nem seguro, e muito menos saudável.
Quero voltar a ser criança. Já! Agora! Pra sempre!

Olha para um lado da encruzilha da minha vida e vejo o passado tentador. Viro a cabeça e a estrada para o futuro não está visível, encoberta pelas trevas da desilusão.
Tenho saudades da época sem grandes responsabilidades, de não ter que se preocupar com aluguel, prestações, deveres cívicos e tudo o desprezível resto... A única obrigação era ser feliz!
Estudar era agradável, porque era apenas aprender, conhecer, descobrir, desbravar palavras, livros, imagens. Agora é a necessidade de formação profissional, em disciplinas quase nunca agradáveis e quase sempre tediosas.

Lembro o andar de bicicleta, as festas juninas, a cuca da minha avó, o material escolar, o videogame, o anime.
Vivo o correr atrás da máquina, os prazos de entrega, as datas de pagamento, os sorrisos falsos forçados para agradar crápulas.
São duas vidas diferentes. Completamente.

Alguém pode me explicar quando e como crescer por favor? Não obrigado. Quero continuar na visão inocente da vida. Naquela existência onde dinheiro, violência, drogas, corrupção, prazos, regras não constam.

Enquanto não encontro a forma de decrescer, de retornar à áurea época, me ancoro nas bordas desse lago nefasto chamado vida adulta...

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Freezy feeling's

It's so cold. It's so dark.

I wish I could not care. But I do. Though I'd already past through it over and over, I'm losing strength by droping pieces of hope through the way.

I'm losing my grip.

Lonelyness starts to scare me again. As it has done one million times before. I'm afraid of being lonely even surrounded.

And it's getting colder...

Vício saudável


Se há algo que não posso viver sem, é música!

Acho que posso resistir a longos períodos sem chocolate, ou cereal, iogurte, perfume, roupa limpa e todo o resto...

Preciso das melodias embalando meu viver, dando a trilha do dia-a-dia que permeia a imaginação.


"Esquece esse jogo, não há vencedor
O mesmo roteiro de sempre cansou

Vou te amando e me frustrando
E sobrevivendo por um fio

Mas tô aqui, sem desistir
Volta pra mim

Não tem que ser assim
Tanto desencontro, mágoa e dor
Pra que que a gente tem que
Se arriscar

Então volta pra mim, deixa o tempo curar Esse estranho jeito de amar"


Mas o principal, emoções resumidas em palavras e melodias. Sentimentos condensados. Lembranças que afloram. Queria poder flutuar. Queria poder espantar esse frio gélido que perpassa meu corpo e meu coração e que veste alguma há de afastar.

"E todas as músicas de amor que eu já fiz
Eu fiz... Pra você
E todos os filmes de amor que eu já vi passar
Passaram... Pra você

É, você tá em todos os momentos que eu vivo E que eu desejo
É, você impregnou na minha carne, nos meus sonhos
E agora não tem volta
Eu preciso te viver

E todas as flores que eu já vi desabrochar
Desabrocharam... Pra você
E todos os beijos mais apaixonados que eu guardei
Estão guardados... Pra você

É, você tá em todos os momentos que eu vivo
E que eu desejo
É, você impregnou na minha carne, nos meus sonhos
E agora não tem volta
Eu preciso te viver

Contam nossa história De tristezas e glórias O poema mais bonito Que eu já li...

É, você tá em todos os momentos que eu vivo
E que eu desejo
É, você impregnou na minha carne, nos meus sonhos
E agora não tem volta
Eu preciso te viver

E todas as músicas, os filmes, e as flores e os beijos... Pra você!"


O inconsciente se debatendo em linhas que ultrapassam os ouvidos e tocam a alma. Os versos que parecem ter sido feitos para você e só para você. Mesmo que o escritor nem conheça as dores e alegrias das quais ele vai balançar. Frases para cada momento se encaixam com perfeição.

Acordo e lá no fundo da minha mente já surge as palavras. Se bobear, a mesma música continua até a hora de dormir. Mas e daí? Mesmo sendo a ligação para as piores memórias, que eu preferiria deixar intocadas no meu depósito das lembranças dolorosas, me mostrando o que devo aprender para seguir em frente.


"Procuro teus beijos, como esperança te encontrar
E o mais difícil, inaceitável, é que é um sonho e nada mais
E que jamais vou poder... Te envolver nos braços
Preencher todo o espaço
Dentro desse teu olhar

Não tenho ida nem volta Eu vivo no passado Não tenho ida nem volta Vivo um amor calado
Não tenho ida nem volta
Sem voce

Procuro teu corpo, ele parece me tocar
Mas eu só me engano
Outra vez me encontro, nesse abismo de sonhar
Eu não quero enxergar...

Que isso não existe Voce é a fantasia dessa minha solidão

Quero a realidade, Quero a liberdade, Viver de novo, Quero me levantar E não olhar mais pra trás


E aí as memórias ropodiam em filmes que duram a eternidade de meio segundo mental, acompanhando pela torrente de sentimentos.


"Um grito abafado, um choro contido
O mundo ao contrario, nós dois no abismo
Mas não tenho medo

E quando o sol nascer
Se eu estiver longe então
Não vale me esquecer
Logo que puder eu voltarei

Eu subo nas pedras, escalo as paredes
Invado a cidade, derrubo os muros
Mas não perco o rumo

E quando o sol nascer
Se eu estiver longe então
Não vale me esquecer
Logo que puder eu voltarei

Novo
Puro
Tudo, teu

E quando o sol nascer Se eu estiver longe então Não vale me esquecer Logo que puder eu voltarei Eu voltarei Só por você

O mundo ao contrario Nós dois no abismo Mas não tenho medo"


Continuo evitando que as lágrimas rolem. Não sei porquê. Gostaria que elas caíssem. Sinceramente.
Que sabe assim as coisas se resolvam. Não. O gosto salgado nos meus lábios não há de curar os espaços vazios. Quem sabe os compense.


"Recomeçar
Depois de um tempo tão longe
Quero ter você perto de mim E transformar Dois destinos num mesmo
E ocupar no mundo um só lugar"

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Quem me dera...

Para aqueles (na verdade aquela, né Ana = p) que suporam que a letra da música "Espero", abaixo, tem a ver com paixão, sinto dizer que não...

Quem me dera se fosse...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Espero

"Espero"
Fall up

Não desisti de viver
Só espero você
Não desisti de viver
Só espero você

Não consigo me concentrar
Vivo de água e guaraná
Meu pai me pede o que eu comi
Não tenho fome vou dormir
No meu quarto não dá pra entrar
Faz um mes, vou arrumar
Meu trabalho não vai bem
Mas também, o que que tem

Não desisti de viver
Só espero você
Não desisti de viver
Só espero você

Mas que droga, fim de mês
O que que eu faço, eu não sei
Tenho febre 40ºC
Pra mim parece tão normal
Sei que é fase ou ilusão
Amores vem, amores vão
Pouca coisa é para sempre
Que seja eterno enquanto dure

Não desisti de viver
Só espero você
Não desisti de viver
Só espero você
Não desisti de viver
Só espero você
Não desisti de viver
Só espero você

Você

terça-feira, 16 de junho de 2009

Arrependimento

Esses últimos dias, especialmente esse feriadão da semana passada, aliado à falta de televisão e computador (socorro!), me deram muito o que pensar. Lembranças, saudades, teorias, sonhos, lágrimas, desejos, planos, pesadelos.

Arrependimento

Especialmente um, chamado Lucas. Resumido por "jogar um amigo fora". Quase literalmente.

Para situar os parcos (e caros) leitores, vou ter que voltar no tempo, e contar uma pequena trajetória.

1999, mudança de São Luís Gonzaga para Ijuí. Muitas esperanças. Quem sabia um possível amigo na escola estadual pudesse aparecer para preencher o espaço dos deixados na cidade natal.

2001, nada. Nem dois anos foram capazes de trazer uma companhia. Apenas colegas. Mas felizmente, na época, o garoto de 14 anos, o melhor da turma (modesto e ainda assim orgulhoso), ridicularizado por ser aplicado e avançado, não ligava. Ainda não era ciente da solidão, e se fosse, certamente não se moveria na tentativa de apazigua-la.

Ah! Mudança. Meia bolsa na melhor escola particular da cidade no meio do ano. Novo mundo. Novas pessoas, novos ares, no realidade. Importava não ter condições financeiras para estar no mesmo nível das roupas dos boyzinhos que vestiam Mormaii e das patys que lanchavam todo dia na cantina, mas só para o garoto. Os outros, ou não ligavam, ou fingiam muito bem nao ligar. E olhe só! Haviam esnobes, sim, mas eram totalmente ofuscados pelo brilho daqueles de bom coração.

E na turma da sua série, o garoto encontrou colegas. E um amigo. Ou assim pensou o garoto. Levou um tempo até a aquisição daquela relativa cumplicidade entre os dois adolescentes, inconscientes das sutileza da vida
e de suas necessidades emocionais. Apenas existiam. Estudavam, riam, jogavam, conversavam, se divertiam. Não havia preocupações.

Nesse meio tempo surgiram outras coisas, outras pessoas na vida do menino. Muito boas, com certeza. O curso de inglês, o grupo de teatro, a melhor amiga (que daria assunto para centenas de milhares de palavras) (mas agora fora de contexto), Taekwondo.

Assim passaram quase três anos.

2004, o despertar. A maravilhosa arte marcial apresentada pela amiga revelou uma nova realidade. Auto-estima. Confiança. Segurança. Coragem. Conhecimento. Percepção. E muito mais.
E o adolescente surgido dessa combinação acordou. Acordou para a verdadeira vida, de desafios e superações e perigos e responsabilidades e sentimentos e obrigações.
E em meio a toda essa realização, também se deu conta das entrelinhas, ficando abalado por o quê leu. Na livro a sua frente, descobriu que o amigo não passou de mais um colega, que se aproveitou de inocência e generosidade gratuitas e deixou-se "levar nas costas". Os trabalhos, em dupla, feitos sozinho. Os projetos, idealizados por duas mentes criativas e executados por somente um par de mãos. A falta de retorno. O desconhecimento da vida alheia.
E o garoto decidiu que era hora da situação acabar.

E aí aparece o arrependimento. Em um lance de escadas. De um andar para outro. Porque do primeiro degrau, interrogando o amigo a respeito de sua dedicação, ao chegar ao último, o rapaz não ouviu o que esperava. E jogou tudo para o alto.

De volta ao coleguismo. Do primeiro andar ao térreo.

Depois disso, o garoto se voltou para aquilo que achou importante. As aulas, antes negligenciadas na turma do fundão, agora acompanhadas nas fileiras da frente. O grupo de teatro, o refúgio divertido das terças-feiras. A academia, recheada de responsabilidade e mesmo assim descontraída.

E assim o ano terminou. Formatura. E nunca mais.

Mas o rapaz ainda olha para o último andar do prédio do colega quando passa pela avenida. E sente falta das piadas, da companhia. E fica pensando como teria sido diferente a segunda metade de 2004 sem aquela escada.

Assim eu me arrependo. E quero pedir desculpas. Mas não tenho coragem de faze-lo. Mesmo que o perfil esteja lá. Mesmo que eu tenha acessado algumas vezes para saber como andam as coisas. Minha única alternativa é aliviar esse peso em linhas que certamente não serão lidas por quem deveria.

Perdão

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Egoísmo

Defina egoísmo.

Pensou? Então tá... agora veja se nossas idéias batem:

Do Aurélio:
s.m. Sentimento ou maneira de ser dos indivíduos que só se preocupam com o interesse próprio, com o que lhes diz respeito.

Do Radis:
1. Pensar e atuar apenas em favor próprio, sem ligar para as necessidades dos outros ao redor;
2. Habilidade para, sem remorso algum, dizer na cara das pessoas que elas é que são egoístas, quando tudo na vida gira em torno da própria pessoa.

O fato é que a maioria das pessoas simplesmente querem tudo para si mesmas, mas fingem, dissimuladamente, que são gentis, generosas e partilhadoras. Mentira. O que querem mesmo na verdade é passar a imagem de algo que não são, encobrindo seus defeitos em prol da opinião formada por outros.

Como se isso fosse irredutivelmente necessário! Ora, não vivemos da opinião alheia ou ainda da imagem que outros tem de nós! Vivemos dos nossos sentimentos, necessidades, sonhos. E lutamos para isso.

A diferença é como lutamos. A diferença está em passar por cima de sentimentos, necessidades e sonhos, quer sejam nossos ou alheios, esmigalhando-os, ou em estender a mão para, ao menos, afasta-los gentilmente ou auxiliar na sua obtenção.

Acho que não sou egoísta. E você?

terça-feira, 9 de junho de 2009

Ode ao amigos

Aqui vai uma homenagem aos meus amigos:

Obrigado por existirem!

São vocês que me dão forças para continuar nessa bagunça que é o ato de viver.

É o seu apoio que me move, são as oportunidades que vocês criam que possibilitam eu estar escrevendo isto. Pois se vocês não o fizessem certamente eu não estaria mais aqui.

Por mais egoísta que pareça, e que eu sou com certeza, preciso de todos vocês. Para tudo, para sempre.
Vocês são pessoas maravilhosas, que fazem o dia valer a pena, que dividem suas vidas com alguém por muitas vezes indigno e desmerecedor de tamanha benção.

Nathalia, Rodrigo, Ana, Laisla, Thaiana...

Peço desculpas por ser tão ausente, tão distante. Quem me conhece sabe como se ergue uma barreira à minha frente, como me saboto ao expressar meus sentimentos. Mas eles estão lá! Não lá no fundo escondidos, estão bem expostos, só me falta saber como fazer para que eles pulem esse muro e se entreguem a vocês...

Podem ter certeza da minha admiração por você, por tudo que vocês são, por tudo que vocês pensam, por tudo que vocês fazem. Vocês são demais!

E devem saber que eu os amo! Muito, muito, muito!

A falta de assunto, a saber, falta de ver cor nas coisas, me impede de entrar em contato todos os dias (além da conta de telefone). Aquele silêncio, aterrador, do intervalo de segundos sem saber o quê falar, me desola. Mas nem por isso deixo de pensar em vocês a toda hora, a me preocupar se estão bem, se estão alcançando aquilo que pretendem.

Só espero ser capaz de retribuir a tudo que me dedicam, do fundo da minha alma.

Obrigado.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Undrown


Hi everyone! ^^

Is everybody ok? I hope so...

It's been such a long time since last post, I know.
By now I come to explain all the mess...

Putting things simple... All I can say 'bout it is that I was drown... no more, no less.
Have you ever been drown? I mean... no water, for those short minded. In my dictionary, to be drown is like being overwhelmed by all sort of emotions. Mainly the bad ones... And worst... not being able to emerge... as the more you swim, the more you sink...
The despair, the pain, the loneliness, the sadness, all together, all united as a invisible hand tightly pulling your ankle and getting you even deeper. There is no light, no sky, no sun. Just darkness. And tears.

Have you ever been like that? Possibly , and fortunately, not. Lucky you. I've been, and it's really horrible.
Maybe you'll never come across such thing, as you're surronded by friends. As you're blessed with a dump mind. Yeap! That's what I said. You're so unware of everything that happens around you that have never reflected deep about anything. Just passed through. It's easier, doesn't? For me, don't. For myself, everything is analized, for good or for bad. Nothing passes without and view. And I like that. The matter is being able to control, absorv or discard.

I guess I absorved too much...

But now I'm much better.

Almost cured.